11 coisas que você não sabe sobre o AVC

11 coisas que você não sabe sobre o AVC

O acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, pode ser evitado na maioria das vezes, principalmente quando se tem acesso à informação. Esse é um dos motivos pelos quais a Associação Americana do Coração, uma respeitada organização dos Estados Unidos voltada ao combate de doenças cardiovasculares, elaborou uma lista com fatos importantes sobre esse problema, capaz de trazer consequências sérias.
E esses pontos podem salvar vidas tanto lá como aqui. Pois é: no Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

A tal lista da Associação Americana do Coração também foi criada para aproveitar que, nos Estados Unidos, maio é o Mês Nacional de Conscientização do AVC. Sem mais demora, SAÚDE destacou os principais tópicos para você saber como prevenir essa doença e lidar com as vítimas dela.

1. Não existe só um tipo de AVC

São basicamente três: isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso), hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem) e o ataque isquêmico transitório (AIT). Nesse último caso, trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

2. Durante um AVC, aproximadamente 120 milhões de células cerebrais morrem por hora

Se comparada com a taxa de perda celular que ocorre normalmente, é como se, em uma hora, o cérebro envelhecesse 3,6 anos. Quanto mais rápido o paciente conseguir cuidado médico, maiores são as chances de recuperação.

3. Em 66% das vezes, quem decide fazer o tratamento não é o paciente

Na verdade, são pessoas próximas a ele que percebem a seriedade da situação e buscam o sistema de emergências. Ter alguém por perto que reconheça os sintomas pode salvar sua vida.

4. Os principais sinais do AVC são…

…perda súbita de força e formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um os nos dois olhos; dor de cabeça forte e sem causa aparente e vertigem ou dificuldade de caminhar. Ao manifestar qualquer um deles, busque atendimento médico imediatamente.
5. Um em cada quatro pacientes que já sofreu um AVC terá outro
Sim, um raio cai duas vezes no mesmo lugar. É muito importante descobrir a causa do primeiro para prevenir o segundo, que comumente tem consequências mais severas.

6. É importante não abrir mão da aspirina

Caso esse medicamento seja receitado para o paciente que sobreviveu a um AVC, ele não deve interromper o uso. O abandono aumenta o risco de um segundo acidente vascular cerebral em decorrência da coagulação do sangue.

7. Os três primeiros meses de recuperação são vitais

É nessa fase que o cérebro pode reaprender com mais facilidade ou recuperar parte das funções perdidas por causa do derrame. O cuidado intensivo de uma equipe de profissionais ajuda bastante na reabilitação.

8. O AVC tem atingido mais pessoas na faixa de 30 a 40 anos

É relativamente normal que, com a idade, o risco desse problema dar as caras cresça. No entanto, mais adultos jovens estão manifestando o quadro – talvez por um estilo de vida desequilibrado.

9. A principal causa evitável do AVC é a pressão alta

Há mais ou menos 1 bilhão de pessoas no mundo com hipertensão. E esse aumento da pressão dificulta a passagem de sangue pelas artérias, um fator de risco para os derrames.

10. Outras possíveis causas do problema são…

…obesidade, diabetes, colesterol alto, estresse, tabagismo, sedentarismo, má alimentação, doenças cardíacas, alcoolismo e histórico familiar.

11. Cerca de 80% dos casos podem ser evitados

Ter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas regularmente e controlar outros fatores de risco são as melhores maneiras de prevenir e combater a doença.

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Como identificar a Síndrome Miofascial e como é feito o tratamento.

Como identificar a Síndrome Miofascial e como é feito o tratamento.

A dor miofascial, também chamada de síndrome miofascial, é um uma dor muscular que se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado, sendo esse ponto conhecido como ponto de gatilho, que corresponde a um pequeno nódulo nos músculos que, quando palpado pode-se sentir um ressalto e resulta na dor local que irradia para outras partes do corpo.
Normalmente, a formação dos pontos de gatilhos pode estar relacionada com diversos fatores, como por exemplo má postura no trabalho, exercício excessivo, movimentos repetitivos ou pancadas, por exemplo. Esse tipo de dor é mais comum nas costas, ombros e pescoço e pode ser facilmente tratado por meio da realização de alongamentos, fisioterapia e mudança de hábitos.

Como identificar a dor miofascial

Os sintomas de dor miofascial tendem a piorar com o movimento ou exercício físico, no entanto quando a lesão permanece por mais de 12 semanas pode surgir dor e desconforto mesmo quando a pessoa está em repouso. Outros sinais e sintomas de dor miofascial são:
• Aumento da tensão no músculo dolorido (rigidez muscular);
• Diminuição da amplitude de movimento;
• Dor ao pressionar o ponto dolorido;
• Pontos duros nos músculos que podem ser sentidos através de um ressalto ao pressionar toda a banda muscular (pontos gatilho);
• Contração do músculo ao inserir a agulha ou realizar a palpação transversa;
• Alívio da dor ao realizar o alongamento do músculo.
O diagnóstico da dor miofascial pode ser feito pelo médico ou fisioterapeuta através da palpação e observação do local dolorido mas apesar de não serem necessários exames de imagem o fisioterapeuta poderá realizar alguns testes que evidenciam a síndrome dolorosa. 

O que leva à formação dos pontos de gatilho

São vários os fatores que podem levar à formação dos pontos de gatilho, podendo ser tanto devido a fatores psicológicos quanto a alterações do organismo ou como consequência de pancadas, além de também estares fortemente relacionados com situações voltadas à atividade profissional realizada.
Por isso, estresse, cansaço excessivo, alterações do sono e tensão, bem como postura e movimentos repetitivos podem levar à formação dos pontos de gatilho. Além disso, esses pontos podem ser formados devido à pancada, alterações hormonais, deficiências nutricionais, problemas musculares ou após realização de cirurgia, por exemplo.

Como tratar a dor miofascial

O tratamento para a dor miofascial deve ser feito pelo ortopedista e pelo fisioterapeuta, possuindo como objetivo o alívio da dor e do desconforto através do uso de medicamentos, alongamentos e técnicas de liberação miofascial, que são realizadas nas sessões de fisioterapia.
As principais formas de tratamento recomendadas são:

1. Remédios

O médico pode orientar o uso de analgésicos, como Paracetamol ou Dipirona, ou anti-inflamatórios, como Diclofenaco, que podem ser usados em forma de comprimidos, pomadas ou loções, além dos relaxantes musculares, como ciclobenzaprina. Em alguns casos, o médico pode indicar a realização de infiltração com solução fisiológica salina diretamente no ponto gatilho ou utilização de spray de fluormetano ou cloreto de etila, que também garantem bons resultados.

2. Compressas quentes

Colocar uma compressa quente deixando atuar durante cerca de 20 minutos de cada vez é uma boa forma de aliviar a dor muscular. É possível utilizar essa estratégia 2 a 3 vezes ao dia e logo em seguida deve-se realizar os alongamentos, pois assim a eliminação dos pontos de gatilho pode acontecer de forma mais eficaz.

3. Alongamentos

Consiste em realizar exercícios que servem para estirar o músculo e toda a região afetada, durante 30 segundos à 1 minuto de cada vez. Os alongamentos podem ser realizados de forma passiva, que é quando uma outra pessoa segura a perna ou o braço para que o músculo seja alongado, ou de forma ativa quando a própria pessoa realiza o estiramento muscular.

4. Liberação miofascial

Pressionar e friccionar o músculo e o ponto gatilho também são técnicas indicadas para combater a dor miofascial. Para que cause menos dor, o descolamento da pele do músculo pode ser feito durante uma massagem.
Optar pelo uso de bolinhas ou rolos também é uma boa estratégia para eliminar os pontos gatilho que dão origem à dor miofascial. Veja como usar os rolos de automassagem para combater a dor.

5. Outros recursos

Além disso, as pessoas podem também recorrer à acupuntura, crioterapia ou eletroterapia com uso de TENS, ultrassom ou laser para minimizar a dor provocada pelos pontos gatilho. Existem várias técnicas diferentes que podem ser usadas para combater esta dor e as massagens e auto massagens são excelentes.

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